“Vivemos numa sociedade que nos leva a sentir culpa quando assumimos as rédeas do nosso destino, quando assumimos o uso do poder.”
Entendendo poder como o uso do seu auto-conhecimento em relação ao mundo, tranformando karma em dharma… bah, tchê… é tudo verdade!
E o que seria karma? Karma = consequência (sânscrito). Não é positivo, nem negativo, nem bom, nem ruim. É simplesmente ação e reação. Mas do quê? De tudo. De vidas passadas, do seu passado e do seu imediato. Isso significa que aquela pessoa ‘x’ na sua vida não é seu karma, mas que ela faz parte dele. Da mesma forma, o que dizem por ‘karma ruim’ é algo não resolvido.
[Atualização: Karma não resolvido se acumula, tem peso e pode cair de uma vez só.]
E o dharma? Dharma é quando você sabe do seu(s) karma(s) e age pra resolução deste(s). É quando você sai da passividade e aceita tudo: seus erros, suas falhas, seu egoísmo, derruba o seu orgulho e faz com que o Universo conspire a seu favor.
É fácil falar, mas é dificílimo colocar em prática! Não aceitamos as coisas que Deus/Deuses/Budah/Ser Superior colocou em nossas vidas e não NOS aceitamos. Cada pessoa tem um mega-master potencial de mudar a própria vida e, por tabela, a dos outros. Por reação em cadeia, mudamos o mundo. Uma leve movimentação faz diferença.
What you see is what you get… embrace the fail. I am nuts


